A natureza como escola: caminhos do PEAMA para o reencantamento na cidade
Participação especial de Mônica Pilz Borba.
E se a natureza não fosse apenas tema de aprendizagem ou cenário para nossas histórias, mas uma mestra, com tempos, linguagens e conhecimentos próprios? Mãe da mata e A chave para a liberdade convidam a perceber o mundo vivo a partir das relações que estabelecemos com ele.
Na animação Mãe da mata, a Curupira deixa de ser apenas a figura observada nas lendas e assume a própria voz. Guardiã da floresta, ela conta sua história e revela sua perspectiva sobre a mata e sobre os humanos que nela entram, capazes tanto de respeitá-la quanto de feri-la.
Em A chave para a liberdade, duas crianças solitárias encontram em um lago abandonado um universo de descobertas. Visto por seus olhos e atravessado por sua imaginação, o lugar se transforma em um reino secreto, povoado por criaturas maravilhosas e assustadoras. Nesse encontro com a vida que pulsa na água e em suas margens, as crianças se aproximam, enfrentam seus medos e saem transformadas.
Após as exibições, Mônica Pilz Borba fará uma breve fala sobre a Mata Atlântica como mestra e apresentará a experiência do PEAMA – Programa de Educação Ambiental da Mata Atlântica. Desenvolvido na cidade de São Paulo, o programa promove caminhadas e vivências educativas que despertam os sentidos, a curiosidade e o sentimento de pertencimento ao bioma em que vivemos. Uma experiência que mostra como, mesmo em uma grande metrópole, o contato atento com a natureza pode abrir caminhos de aprendizagem, cuidado e reencantamento com a vida.

