{"id":4442,"date":"2017-06-02T13:21:58","date_gmt":"2017-06-02T16:21:58","guid":{"rendered":"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/?p=4442"},"modified":"2021-08-26T13:36:45","modified_gmt":"2021-08-26T16:36:45","slug":"alimento-para-o-corpo-o-coracao-e-a-alma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/alimento-para-o-corpo-o-coracao-e-a-alma\/","title":{"rendered":"Alimento para o corpo, o cora\u00e7\u00e3o e a alma"},"content":{"rendered":"<p>E assim mais uma vez a Ciranda girou. Foram quatro dias incr\u00edveis e intensos, com exibi\u00e7\u00e3o de 68 filmes, muitas prosas em roda e diversos (re)encontros. O cheirinho de p\u00e3o, sa\u00eddo quentinho do forno, nos lembrava o aconchego da casa materna. Muitos fios coloridos eram um chamado para bordar rios que desaguam mem\u00f3rias e lembran\u00e7as em n\u00f3s. Entre uma atividade e outra, uma parada para a medita\u00e7\u00e3o. Sim, todo o Cirandar se fez em pausa para a reflex\u00e3o, momento de reconhecer aquilo que nos fortalece enquanto humanidade.<\/p>\n<p>A palavra falada, em sua extrema pot\u00eancia po\u00e9tica, abriu esta quarta edi\u00e7\u00e3o da Ciranda de Filmes, cuja curadoria de Patricia Dur\u00e3es e Fernanda Heinz Figueiredo captou fortemente uma necessidade coletiva de nutri\u00e7\u00e3o de alma em tempos t\u00e3o difusos. Os versos dos poetas do slam, que nos desafiaram em batalhas perform\u00e1ticas, deram o tom do encontro logo na abertura. Foram como um ant\u00eddoto contra um mundo que nos automatiza, nos dilui em cotidianos \u00e1ridos. A fala po\u00e9tica defendeu o lugar da mulher, questionou a (in)visibilidade da inf\u00e2ncia, enalteceu a for\u00e7a da negritude, entre outras lutas proferidas em versos pelos poetas no centro da arena.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4446\" src=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/ciranda1.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"420\" srcset=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/ciranda1.jpg 600w, https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/ciranda1-300x210.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>Na telona, os sonhares. Jovens de todos os cantos do pa\u00eds ganharam voz em\u00a0<a href=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/cirandinha\/filme\/206-Nunca-Me-Sonharam\">&#8220;Nunca me sonharam&#8221;<\/a>, longa documental de Cacau Rhoden produzido pela Maria Farinha Filmes que inaugurou a mostra. O filme, que fala desse tempo de \u201ctempestades e trov\u00f5es\u201d, como o psicanalista Christian Dunker bem define a adolesc\u00eancia, traz o ensino m\u00e9dio como uma esp\u00e9cie de rito de passagem entre o ser jovem e o ser adulto. S\u00e3o muitos os desafios para atravessar tal portal.<\/p>\n<p>Os sonhos serviram de mat\u00e9ria-prima para um debate, envolvendo estudantes participantes do filme e outros respons\u00e1veis pelo projeto. Foram muitas as quest\u00f5es apontadas depois da exibi\u00e7\u00e3o do document\u00e1rio. Alguns, ainda sem esperan\u00e7as, questionaram \u201cse ainda \u00e9 poss\u00edvel sonhar no Brasil\u201d. Logo, no entanto, a esperan\u00e7a por um futuro melhor foi reestabelecida, como feito por uma educadora presente: \u201cN\u00e3o tenho esperan\u00e7a porque sou uma Pollyanna, mas porque a hist\u00f3ria \u00e9 assim, feita de avan\u00e7os e retrocessos\u201d.<\/p>\n<p>Mas os sonhos foram apontados como importante nutri\u00e7\u00e3o para a vida. Nesse sentido, o professor torna-se um vendedor de sonhos aos adolescentes que, ainda n\u00e3o contaminados, ingressam nesse mundo doente. T\u00eam em si todos os sonhos do mundo, de policial a presidente da Rep\u00fablica. Renovam a sociedade adulta, trazem for\u00e7a \u00e0queles j\u00e1 cansados de lutar. A li\u00e7\u00e3o que fica \u00e9 de inspira\u00e7\u00e3o nesses jovens que n\u00e3o desistem, apesar das dificuldades enfrentadas diariamente \u2013 da exclus\u00e3o social ao ass\u00e9dio do tr\u00e1fico. Ainda sonham. E sonham alto.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4445\" src=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/ciranda7.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"490\" srcset=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/ciranda7.jpg 700w, https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/ciranda7-300x210.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cirandadefilmes1.hospedagemdesites.ws\/_img\/_banco_imagens\/ciranda7.jpg\" alt=\"\" border=\"0\" \/>E seguimos cirandando por muitas narrativas, as do tel\u00e3o ou n\u00e3o. No sagu\u00e3o do tradicional cinema na rua Augusta, h\u00e1 tempos meca da cinefilia paulistana, as mem\u00f3rias das \u00e1guas tamb\u00e9m nos acalentaram a alma nas oficinas bordadeiras de \u201cO rio que mora em mim\u201d. Com tecidos tingidos por jabuticabas e nozes, entre outros frutos, os irm\u00e3os mineiros Marilu e Dem\u00f3stenes Dumont nos convocaram a mandar uma mensagem para as \u00e1guas que correm nos subterr\u00e2neos da terra e da gente. E jorravam palavras como \u201cPara\u00edba em mim\u201d e \u201cO rio grande \u00e9 minha fronteira\u201d, que se misturaram aos bordados de muitos fios.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4447\" src=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/ciranda9.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"490\" srcset=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/ciranda9.jpg 700w, https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/ciranda9-300x210.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4448\" src=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/ciranda8.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"490\" srcset=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/ciranda8.jpg 700w, https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/ciranda8-300x210.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cirandadefilmes1.hospedagemdesites.ws\/_img\/_banco_imagens\/ciranda9.jpg\" alt=\"\" border=\"0\" \/>O alimento n\u00e3o era s\u00f3 o p\u00e3o que saia quentinho da oficina da padeira artesanal Vania Carvalho. Configurou-se em imagens de imensid\u00e3o nos filmes e nas rodas de conversa. Assim, adentramos territ\u00f3rios brincantes Brasis afora (<a href=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/cirandinha\/filme\/181-Terreiros-do-Brincar-\"><i>&#8220;Terreiros do Brincar&#8221;<\/i><\/a>), nos vimos de longe e de t\u00e3o perto (<i>Humano<\/i>), cantamos o amor e a poesia (<a href=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/cirandinha\/filme\/151-A-Familia-Dionti\">&#8220;<i>A Fam\u00edlia Dionti&#8221;<\/i><\/a><i>;\u00a0<a href=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/cirandinha\/filme\/184-Window-Horses---A-poesia-de-Rosie-Ming\">&#8220;Window horses \u2013 A poesia de Rosie Ming&#8221;<\/a><\/i>), enaltecemos o ritmo em nossas vidas (<a href=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/cirandinha\/filme\/179-Foli---Nao-ha-movimento-sem-ritmo\">&#8220;<i>Foli \u2013 N\u00e3o h\u00e1 movimento sem ritmo&#8221;<\/i><\/a><i>\u00a0<\/i>), reacendemos a pot\u00eancia imaginativa (<a href=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/cirandinha\/filme\/197-Banquetes-Imaginarios--\">&#8220;<i>Banquetes imagin\u00e1rios&#8221;<\/i><\/a><i>\u00a0<\/i>), visitamos muitos rec\u00f4nditos infantis (<a href=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/cirandinha\/filme\/187-David\">&#8220;<i>David&#8221;\u00a0<\/i><\/a><i>\u00a0<\/i>e\u00a0<a href=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/cirandinha\/filme\/189-Rauf\">&#8220;<i>Rauf&#8221;<\/i><\/a><i>\u00a0<\/i>), celebramos o riso com os curtas dos mestres Charles Chaplin, Jacques Tati e Buster Keaton e reverenciamos tamb\u00e9m a morte e os recome\u00e7os (<a href=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/cirandinha\/filme\/199-Verdade-Passageira\">&#8220;<i>Verdade Passageira&#8221;<\/i><\/a><i>\u00a0<\/i>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/cirandinha\/filme\/150-Quando-os-Dias-Eram-Eternos\">&#8220;<i>Quando os Dias Eram Eternos&#8221;<\/i><\/a><i>\u00a0<\/i>).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4449\" src=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/ciranda4.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"490\" srcset=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/ciranda4.jpg 700w, https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/ciranda4-300x210.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cirandadefilmes1.hospedagemdesites.ws\/_img\/_banco_imagens\/ciranda4.jpg\" alt=\"\" border=\"0\" \/>A crian\u00e7a tamb\u00e9m esteve no centro da roda. A sess\u00e3o especial do curta\u00a0<a href=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/cirandinha\/filme\/153-Crianca-Fala\">&#8220;Crian\u00e7a Fala&#8221;<\/a>, que retrata uma interven\u00e7\u00e3o no bairro do Glic\u00e9rio, em S\u00e3o Paulo, garantindo \u00e0 inf\u00e2ncia mais espa\u00e7os para brincar, mais lugares para ser crian\u00e7a, foi precedida por uma viv\u00eancia organizada por Nayana Brettas. Ela\u00a0 convidou os participantes a relembrarem as suas inf\u00e2ncias, recapitularem aqueles momentos que foram importantes para a constitui\u00e7\u00e3o do que s\u00e3o hoje, as mem\u00f3rias afetivas \u2013 tudo o que nos fortalece. Veio \u00e0 tona a crian\u00e7a interior que todos n\u00f3s possu\u00edmos, \u00e0s vezes enterrada debaixo da rigidez do mundo adulto.<\/p>\n<p>Na exibi\u00e7\u00e3o de\u00a0<a href=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/cirandinha\/filme\/183-Waapa\">&#8220;Waapa&#8221;<\/a>, foi discutido o que as culturas ind\u00edgenas t\u00eam a nos ensinar. Nos campos da espiritualidade e da medicina, abordados no filme, vale destacar a busca pela ess\u00eancia das coisas, em que n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o para o sup\u00e9rfluo. Se um ind\u00edgena do povo Yudj\u00e1 quer passar a capacidade de tecer \u00e0 sua filha, passa literalmente a aranha em suas m\u00e3os, deixa que ela a pique, pois entende que o poder ser\u00e1 transmitido pelo contato com o animal. A natureza ao redor, assim como a natureza interior, s\u00e3o nutrientes da vida.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4450\" src=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/ciranda10.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"490\" srcset=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/ciranda10.jpg 700w, https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/ciranda10-300x210.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cirandadefilmes1.hospedagemdesites.ws\/_img\/_banco_imagens\/ciranda10.jpg\" alt=\"\" border=\"0\" \/>Na sess\u00e3o especial do filme de\u00a0<a href=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/cirandinha\/filme\/162-Era-O-Hotel-Cambridge\">&#8220;Era o Hotel Cambridge&#8221;<\/a>, a conversa com as crian\u00e7as que habitam a ocupa\u00e7\u00e3o do hotel muito nos inspirou. Foram levantados temas como preconceito, comunidade, coletividade. A for\u00e7a dos outros tamb\u00e9m nos revigora. O filme de Eliane Caff\u00e9 evoca o poder do coletivo. Uma pessoa sozinha vive na rua. Em conjunto, s\u00e3o capazes de se organizar, ocupar um edif\u00edcio abandonado, enfrentar as for\u00e7as policiais, lutar na justi\u00e7a pelo direito social \u00e0 moradia. Fica ecoando um grande ensinamento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E a Ciranda girou em muitas prosas. A Roda de Conversa Subjetividades, que\u00a0 contou com a participa\u00e7\u00e3o de Christian Dunker, Fatima Caldas, Kika Melhem e Mariana David, foi um convite a olharmos a nossa constitui\u00e7\u00e3o como sujeitos ao longo da vida, a come\u00e7ar na inf\u00e2ncia, tempo que visitamos mais de uma vez. Tamb\u00e9m percorremos as mem\u00f3rias afetivas das comidas que nos permearam.\u00a0 A partilha ao redor da mesa \u00e9 um chamado da coletividade, da tradi\u00e7\u00e3o e da ancestralidade.<\/p>\n<p>E ent\u00e3o chegou o fim (ou s\u00f3 um novo recome\u00e7o?). O encerramento da Ciranda celebrou de novo a poesia, sem fim&#8230; E depois de assistir ao \u00faltimo filme do cineasta Alejandro Jodorowsky, o instigante\u00a0<a href=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/cirandinha\/filme\/200-Poesia-sem-Fim\">&#8220;Poesia Sem Fim&#8221;<\/a>, os tambores femininos do bloco afro Il\u00fa Oba de Min ecoaram alto \u2013 e fundo \u2013, acordando o que ainda restava de adormecido em n\u00f3s. Fortalecidos e alimentados (corpo, cora\u00e7\u00e3o e alma), era hora de voltar para casa. Mas j\u00e1 n\u00e3o \u00e9ramos mais os mesmos.<\/p>\n<p>Ano que vem tem mais!<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4452\" src=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/ciranda5.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"490\" srcset=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/ciranda5.jpg 700w, https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/ciranda5-300x210.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4453\" src=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/ciranda6.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"490\" srcset=\"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/ciranda6.jpg 700w, https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/ciranda6-300x210.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cirandadefilmes1.hospedagemdesites.ws\/_img\/_banco_imagens\/ciranda6.jpg\" alt=\"\" border=\"0\" \/>Fotos de Aline Arruda e Pablo de Sousa<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>E assim mais uma vez a Ciranda girou. Foram quatro dias incr\u00edveis e intensos, com exibi\u00e7\u00e3o de 68 filmes, muitas prosas em roda e diversos (re)encontros. O cheirinho de p\u00e3o, sa\u00eddo quentinho do forno, nos lembrava o aconchego da casa materna. Muitos fios coloridos eram um chamado para bordar rios que desaguam mem\u00f3rias e lembran\u00e7as [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4455,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mo_disable_npp":"","footnotes":""},"categories":[2,51],"tags":[],"class_list":["post-4442","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-olhares","category-olhares-2017"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4442","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4442"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4442\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4454,"href":"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4442\/revisions\/4454"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4455"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4442"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4442"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cirandadefilmes.com.br\/cirandacirandinha\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4442"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}